Terno de Reis

Terno de Reis
A tradição do Terno de Reis faz parte da cultura de nossa região, do nosso povo.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

COMO ORGANIZAR UM GRUPO DE JOVENS EM SUA COMUNIDADE

 SÍMBOLO DA PASTORAL DA JUVENTUDE CATOLICA


 
UMA EXPERIÊNCIA MUITO LEGAL DE COMO ORGANIZAR UM GRUPO DE JOVENS EM SUA COMUNIDADE

 
Como fazer um grupo de jovens?

     “Eu não sou você. Você não é eu. Mas somos um grupo, enquanto somos capazes de, diferenciadamente, eu ser eu, vivendo com você e você ser você, vivendo comigo.”

     O que é grupo de jovens cristãos de Pastoral da Juventude? Relembrando a nossa experiência, a primeira idéia era de um lugar com muitos jovens animados, acolhedores, que falava do evangelho e animava as missas e a comunidade (gincanas, mutirões, festas, festivais, teatros).

     Foi isso que vimos e que nos deixou curiosos e desejosos de fazer parte. Mas quando entramos, descobrimos que tinha algo "a mais"! Era exigente, tinha tarefas, brigas, muita reza, treinamentos, estudo. Tempos depois fomos sentindo que sabíamos e aprendíamos coisas que não se falava na escola ou na família e isso era bom. Descobrimos então que era também lugar de crescimento.

Como iniciar um grupo?

     Tempos (anos) depois nos deparamos com esse desafio. A primeira coisa que fizemos foi ir ver por que queríamos um grupo? Para quem seria o grupo, o local que se encontraria, o horário de funcionamento, o que discutir, viver, experimentar. A animação era total, mas faltava o principal: "os jovens".

     Quem convidar, onde, como? A turma que ajudou a pensar todos esses passos citados logo teve algumas idéias. foi nesta hora que quase desistimos.
Veja algumas das sugestões: "vamos fazer convite na missa"; outro dizia: "Na crisma é um lugar legal também, lá tem muitos jovens". Um outro mais xereta veio logo dizendo: "Isso eu já fiz e veio um tiquim de gente, foi um desânimo só.

     Algumas pessoas disseram que foi porque eu não dei muita graça na hora dos avisos finais". Por causa dessas faltas decidimos, durante três meses percorrer caminhos diferentes:

1. Realizar uma tarde de lazer onde todos os jovens pudessem participar;

2. Convidamos nas missas depois de fazer um lindo teatro sobre a vida dos jovens;

3. Colocamos cartazes e fizemos convites e os distribuímos em turmas e pessoalmente nas escolas, campo de futebol, sorveterias, praças. Foi um trabalho enorme, mas veio muita gente;

4. Convidamos depois todos os que vieram para voltar 15 dias depois para uma celebração jovem, e depois para outro dia de reflexão, festa junina. Percebemos que um grupo fixo de pessoas estava sempre presente. Foi aí que convidamos estes para formar um grupo de jovens.

     Mais uma vez outro xereta pergunta: "para que isso? Grupo de jovens serve para quê?" Tivemos então que buscar novamente as respostas:

- Serve para fazer várias coisas legais e que nos preenchem como jovens e como pessoas humanas.
- É um lugar jóia para fazer novas amizades, contar coisas da vida, partilhar os desejos e sonhos, encontrar amores, poder ajudar as pessoas necessitadas, animar a comunidade, dando um rosto jovem e alegre a ela.
- Viver em grupo é muito bom. É algo natural, faz parte da gente.
- Grupo geralmente é um espaço que nos ajuda na descoberta das outras pessoas e da gente mesmo.
- Grupo é lugar de exercitar a fala, a opinião, o silêncio, defender pontos de vista.
- Portanto, lugar de descobrir, de ter objetivos mútuos, de respeitar as diferenças, construir a identidade.

A construção do grupo

     Um grupo se constrói através da constância da presença de seus elementos na rotina e de suas atividades.

     Um grupo se constrói no espaço heterogêneo das diferenças entre cada participante:

- da timidez de um, do afobamento do outro; da serenidade de um, da explosão do outro; do pânico de um, da sensatez do outro; da seriedade desconfiada de um, da ousadia do risco do outro; da mudez de um, da tagarelice de outro; do riso fechado de um, da gargalhada debochada do outro; dos olhos miúdos de um, dos olhos esbugalhados do outro; da lividez de um, do encarnamento do rosto do outro. Um grupo se constrói construindo vínculo com a autoridade e entre iguais. Um grupo se constrói na cumplicidade do riso, da raiva, do choro, do medo, do ódio, da felicidade e do prazer.

     Vida de grupo dá muito trabalho e muito prazer porque eu não construo nada sozinho, tropeço a cada instante com os limites do outro e os meus próprios, na construção da vida, do conhecimento, da nossa história.

     Quem acompanha e coordena um grupo deve ter uma idéia do "processo de formação grupal" (caminho) que esse grupo vai fazer. Assim ele(a) garantirá que o grupo em um espaço de tempo seja não só convocado (chamado), mas também conheça a sua própria situação, descubra a comunidade, perceba como é a sociedade, a conjuntura maior que o cerca e como cada pessoa pode interferir e principalmente que essa militância contribua para definir, perceber sua vocação e seu projeto de vida.

     Assim o caminho será feito e todos(as) poderão cantar: "por isso vem, entra na roda com a gente, também você é muito importante, vem!"


Vanildes Gonçalves dos Santos e Lourival Rodrigues da Silva,
Artigo publicado na edição 294, março de 1999, página 5.

domingo, 25 de março de 2012

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA DA PARAÓQUIA NOSSA SRA. DAS GRAÇAS EM JEQUIÉ-BA


CLICK NA FIGURA ABAIXO E VEJA TODA PROGRAMAÇÃO

SEMANA SANTA - DOMINGO DE RAMOS


O DOMINGO DE RAMOS

O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a lembrança das Palmas e da paixão, da entrada de Jesus em Jerusalém e a liturgia da palavra que evoca a Paixão do Senhor no Evangelho de São Lucas.
Neste dia, se entrecruzam as duas tradições litúrgicas que deram origem a esta celebração: a alegre, grandiosa , festiva litrugia da Igreja mãe da cidade santa, que se converte em mímesis, imitação dos que Jesus fez em Jerusalém, e a austera memória - anamnese - da paixão que marcava a liturgia de Roma. Liturgia de Jerusalém e de Roma, juntas em nossa celebração. Com uma evocação que não pode deixar de ser atualizada.

Vamos com o pensamento a Jesuralém, subimos ao Monte das Oliveiras para recalar na capela de Betfagé, que nos lembra o gesto de Jesus, gesto profético, que entra como Rei pacífico, Messías aclamado primeiro e depois condenado, para cumprir em tudo as profecias.
Por um momento as pessoas reviveram a esperança de ter já consigo, de forma aberta e sem subterfúgios aquele que vinha em nome do Senhor. Ao menos assim o entenderam os mais simples, os discípulos e as pessoas que acompanharam ao Senhor Jesus, como um Rei.
São Lucas não falava de oliveiras nem de palmas, mas de pessoas que iam acarpetando o caminho com suas roupas, como se recebe a um Rei, gente que gritava: "Bendito o que vem como Rei em nome do Senhor. Paz no céu e glória nas alturas".
Palavras com uma estranha evocação das mesmas que anunciaram o nascimento do Senhor em Belém aos mais humildes. Jerusalém, desde o século IV, no esplendor de sua vida litúrgica celebrada neste momento com uma numerosa procissão. E isto agradou tanto aos peregrinos que o oriente deixou marcada nesta procissão de ramos como umas das mais belas celebrações da Semana Santa.
Com a litúrgia de Roma, ao contrário, entramos na Paixão e antecipamos a proclamação do mistério, com um grande contraste entre o caminho triunfante do Cristo do Domingo de Ramos e o "via crucis" dos dias santos.
Entretanto, são as últimas palavras de Jesus no madeiro a nova semente que deve empurrar o remo evangelizador da Igreja no mundo.
"Pai, em tuas mão eu entrego o meu espírito". Este é o evangelho, esta a nova notícia, o conteúdo da nova evangelização. Desde um paradoxo este mundo que parece tão autônomo, necessita que lhe seja anunciado o mistério da debilidade de nosso Deus en que se demonstra o cume de seu amor. Como o anunciaram os primeiros cristãos com estas narrações longas e detalhistas da paixão de Jesus.
Era o anúncio do amor de um Deus que desce conosco até o abismo do que não tem sentido, do pecado e da morte, do absurdo grito de Jesus em seu abandono e em sua confiança extrema. Era um anúncio ao mundo pagão tanto mais realista quanto mais com ele se poderia medir a força de sua Ressurreição.
A liturgia das palmas antecipa neste domingo, chamado de páscoa florida, o triunfo da ressurreição, enquanto que a leitura da Paixão nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo o Senhor.

sábado, 24 de março de 2012

CHICO ANYSIO, UM DOS MAIORES HUMORISTAS QUE A HUMANIDADE JÁ CONHECEU MORRE AOS 80 ANOS



O velório de Chico Anysio está sendo realizado neste sábado (24), no Theatro Municipal do Rio. Das 9h às 12h, o local é reservado para família e amigos. Às 14h, será aberto ao público. O corpo do humorista será cremado no domingo (25), no Cemitério do Caju, apenas na presença da família.

O humorista morreu aos 80 anos na sexta-feira (23) à tarde, após 112 dias internado no Hospital Samaritano, no Rio. Boletim médico informou que o paciente não resistiu a uma parada cardiorespiratória e a morte ocorreu por conta de falência múltipla dos órgãos decorrente de choque séptico causado por infecção pulmonar.

Chico Anysio morreu na sexta-feira (23) aos 80 anos, depois de sofrer uma parada cardíaca. Ele estava internado no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, havia três meses e apresentava um quadro de infecção pulmonar. Na quarta-feira (21), o humorista sofreu uma piora e voltou a respirar com a ajuda de aparelhos. Na quinta-feira (22), à tarde, ele foi submetido a um processo de drenagem torácica, para remoção de um hematoma pleural.

Chico já apresentava diversos problemas de saúde. Em agosto de 2010, depois de retirar parte do intestino grosso, ele foi diagnosticado com pneumonia, mesmo motivo que o levou ao hospital no ano anterior. Posteriormente, o comediante foi submetido a uma angioplastia, procedimento realizado para desobstruir artérias. Durante o pós-operatório, ele teve problemas cardiorrespiratórios, que resultaram em uma internação de três meses.

Nos meses de novembro e dezembro de 2011, Chico Anysio foi hospitalizado outras duas vezes. As causas foram fortes dores na coluna e uma infecção urinária. A segunda internação ocorreu menos de um mês depois da alta anterior.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/chico-anysio-%C3%A9-velado-hoje-no-theatro-municipal-do-rio--local-ser%C3%A1-aberto-ao-p%C3%BAblico-20120324.html

sábado, 17 de março de 2012

SEMANA SANTA : LAVA-PÉS



Rito do Lava-pés

O lava-pés é um rito litúrgico, realizado na Quinta Feira Santa, na missa da Ceia do Senhor. Este rito, repete o gesto de Jesus que, na última ceia lavou os pés de seus discípulos em sinal de serviço e de amor.

O lava-pés era muito usado no tempo de Jesus e até mesmo antes do seu nascimento. Era um trabalho humilde, feito por escravos, que consistia em lavar os pés dos patrões da casa e de daqueles que chegavam de viagem. Não raro, esse trabalho era considerado humilhante a ponto de ser designado como castigo a algumas pessoas que cometiam algum delito legal.

Jesus, ao realizar este gesto, coloca-se como escravo, o que fez Pedro reagir diante de Jesus não querendo admitir, de modo algum, que o Mestre se rebaixasse como escravo diante dele. Olhando o conceito que as pessoas, do tempo de Jesus, tinham desse gesto do lava-pés, compreendemos o alcance e o significado do gesto de Jesus.

O antigo nome do rito do lava-pés era "mandatum", tirada da palavra inicial da antífona que acompanhava o rito, cantada em latim: "mandatum novum do vobis..." ("Dou-vos um novo mandamento), quase que como decorrência do gesto que Jesus acabara de realizar.

O rito do lava-pés, na liturgia, é conhecido desde a mais remota antiguidade e foi pratica por Papas, bispos e sacerdotes de todas as épocas. Também imperadores e reis praticaram o lava-pés como sinal de serviço aos seus súbditos. Os monges, que recebiam peregrinos em seus mosteiros, acolhiam-lhes com ósculo da paz e lavando-lhes os pés, para demonstrar que estavam a serviço do hóspede. Desde o século IV conhece-se o rito do lava-pés no Ocidente, com excepção de Roma.
O 17º Concílio de Toledo, na Espanha, no ano de 694, prescreveu que o lava-pés deveria ser realizado em todas as igrejas do mundo inteiro, na quinta-feira santa para imitar o gesto de Jesus. Para aqueles padres que se recusavam realizar o rito havia severas penas eclesiásticas. Contudo, o rito estava reservado para as catedrais e basílicas e, mais tarde é que foi permitido ser realizado em todas as igrejas.
Em Roma, o gesto do lava-pés na quinta-feira santa generalizou-se a partir do Séc. XI. O Missal de Pio V (1563) coloca o lava-pés no final da missa. A rubrica assim orientava: "Post desnudationem altarium, hora competenti facto signo cum tabula, conveniunt clerici ad faciendum mandatum (...)" Foi em 1955, com a reforma da Semana Santa, que o rito do lava-pés passou ser feito depois da homilia, como é feito actualmente.

Era costume que aqueles aos quais eram lavados os pés deveriam ser pobres. Em alguns países eram 12 homens que representavam os 12 apóstolos de Jesus Cristo. Em outros países eram 13, como acontecia em Roma, e como perdurou até a Reforma da Semana Santa, em 1955. O número de 13 pessoas tinha duas explicações: antigamente, realizavam-se dois lava-pés; um em comemoração do lava-pés que fez Madalena, quando lavou os pés de Jesus com suas lágrimas e o outro, recordando o gesto de Jesus, ao lavar os pés dos seus apóstolos. Como o primeiro gesto foi suprimido, aquele que representava Jesus passou a tomar parte do lava-pés dos apóstolos, totalizando 13 pessoas. A segunda explicação é atribuída ao Papa Bento XIV que contava que um dia o Papa Gregório Magno, ao lavar os pés de 12 pobres, ao chegar no 12º notou que tinha mais um; era um anjo e, para recordar este fato, desde então conservou-se o número 13 até o século XX.

Atualmente, o rito do lava-pés, como é chamado, é muito simples. Não existe a obrigatoriedade, que havia antigamente, de que somente homens representem a comunidade ou os apóstolos. Também mulheres e crianças, hoje, tomam parte desse rito. Outra característica, é que este rito não é uma encenação dentro da missa, mas um gesto litúrgico que repete o mesmo gesto de Jesus. O bispo ou padre que lava os pés de algumas pessoas da comunidade está imitando Jesus no gesto, mas não como teatro; ao contrário, como compromisso de estar ao serviço da comunidade, para que todos tenham a salvação, como fez Jesus. Não há necessidade, pois, que as pessoas venham vestidos de apóstolos, mesmo porque, o missal não determina quantas pessoas deverão ter os pés lavados ao dizer: "viri selecti deducuntur..." ("os homens escolhidos são levados...").

Atualmente o rito acontece, depois da homilia quando o sacerdote, retirando a casúla, cinge-se com um avental e lava os pés daqueles representantes da comunidade.

Fonte: http://mafaoli.blogspot.com.br/2008/03/rito-do-lava-ps.html

CONVITE ESPECIAL À VOCÊ

A APPM E A ASPOJER O CONVIDA A TODOS, PARA PARTICIPAR DO CULTO ECUMÊNICO EM AGRADECIMENTO A DEUS PELA LIBERTAÇÃO DOS NOSSOS 8 COMPANHEIROS PRESOS INJUSTAMENTE.

DATA: 19/03/2012 (SEGUNDA-FEIRA)
HORARIO: 19:30HORAS
LOCAL: CAMARA DE VEREADORES DA CIDADE

ESPERAMOS TODOS VOCÊS, E NOS AJUDEM A DIVULGAR O EVENTO.

quinta-feira, 8 de março de 2012

DIA INTERNACIONAL DA MULHER


MULHER

Esconde no olhar segredos, desvenda ao mundo uma luz; mais delicada que a flor, mesmo sendo tão forte. Cuidadosa como uma fera, com tudo que almeja proteger. Luz do mundo que não se apaga e a cada dia mais reluz, brilha, ilumina...
Mulher é sinônimo de amor, carinho e coragem; o nome “MULHER” desperta fortaleza. Foi conquistando o seu espaço e foi conquistada pela força; pela força de mudar as especulações de que é um sexo totalmente frágil. Sensível, isso sim, afinal o que seria do mundo sem os carinhos e proteção de uma mãe? O que seria do amor sem a sensibilidade feminina?
Feliz Dia Internacional da Mulher!
                                                                            
(Iana Rocha)



UMA HOMENAGEM DO BLOG ROMILDO COSTA A TODAS AS MULHERES